O videozinho de hoje é bem bacana. Um ser cansado da paradoxal solidão numa cidade tão populosa como NY, resolveu entrevistas desconhecidos no metro. As perguntas são sobre amor, medo e até o sentido da vida. Virou um mini-documentário bem bacaninha que voce pode conferir aqui embaixo.
Quinta-feira, Março 24, 2011
Entrevistas a esmo no metro
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Segunda-feira, Março 21, 2011
Não me convidaram para esta festa pobre
Domingo, Dezembro 19, 2010
Livro vs filme
Nunca dei muita importância a essa disputa boba entre livro x filme. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. São meios de comunicação diferentes, com linguagens diferentes e objetivos diferentes. Não faz muito sentido em comparar um ao outro, mas invariavelmente isso acaba acontecendo pois hollywood não se cansa de fazer adaptações cinematográficas de livros sejam best-seller ou não.
Recentemente vi a "A Rede Social" que conta a história do nascimento do facebook, partindo do início num alojamento em Harvard até virar uma megacorporação no Vale do Silício. O filme foi adaptado do livro de Ben Mezrich chamado "Bilionários Por Acaso - A criação do Facebook". Após ver o filme, fiquei curioso para ler o livro, pois como falei anteriormente são linguagens diferentes e objetivos diferentes e apesar da história ser a mesma na essência, os detalhes e a forma como ela contada fazem toda a diferença. O roteiro do filme segue fielmente a narrativa do livro, que por sinal é escrito de forma bem roteirizada. Talvez já com a intenção de virar filme, quem sabe...O filme pinta o Marc Zuckerberg como um puto que passou para trás seu amigo e cofundador do facebook, Eduardo Saverin, e ainda deixa no ar um cheiro de trapaça com a estória do facebook ser copiado/inspirado no projeto dos irmãos Winklevoss, que o chamaram pra programar uma ideia de rede social que tiveram.
Depois de assitir o fillme e ler o livro, finalmente enxerguei um porque de existir esta rixa boba entre filme x livro. Em geral há um tendência de se afirmar que o livro é melhor, pois se aprofunda mais na história ou talvez porque quem fala isso se vanglorie do fato de ser um leitor, uma pessoa culta, então dizer que o livro é melhor não seja nada mais que se enaltecer pelo fato de ser cabeçudo. Mas o que há mesmo no livro e que não há no filme é o espaço para a reflexão durante a história. Num filme, a menos que você seja uma pessoa com hábitos muito esquisitos, não se pausa a história para pensar e refletir sobre a cena que acabou de passar. Filme é entretenimento, é sentar na cadeira por duas horas para ser envolvido por uma história contada através de imagens. Já no livro isso não ocorre. Uma mudança de capítulo pode vir acompanhado de uma pausa para ir ao banheiro, um cochilo, a história talvez seja continuada apenas na próxima viagem no metrô ou qualquer outro lugar aonde seja confortável a leitura. E as vezes o que se lê pede um momento de reflexão. A interação com a história é completamente diferente. No livro somos mais facilmente convidados a refletir sobre o que está acontecendo naquele enredo e o fato de não haver imagens em sequência ativa a sua imaginação a criar os cenários que ali são descritos. Isto é completamente diferente do filme, aonde os cenários e a escolha dos takes/ângulos das cenas são determinados pelo diretor da história, e o que se assiste é a visão do realizador sobre aquela história. Não que isso diminua o filme ante ao livro. De forma alguma. Aliás se o diretor for bom, a probabilidade do filme ser bom aumenta exponencialmente. Agora reflexão no filme, só quando terminado mesmo, porém aí a história já foi contada sob uma ótica e seus sentimentos em relação aquela história já será influenciada em alguma medida.
Outra ponto que é melhor sentido lendo um livro é a passagem de tempo. Como no filme a história é espremida naquelas duas horas, passagens de tempo (dias, semanas, meses) são muito elipsadas e isso as vezes pode comprometer o entendimento da história. Ainda acho que um bom diretor tem a obrigação de resolver isso no seu filme, mas é um ponto delicado e que não deve ser relegado a segundo plano. Passagens de tempo num livro são melhor entendidas, mesmo porquê nossa leitura também tem um tempo próprio. Como mencionei antes, normalmente a leitura do livro é fragmentada. A leitura de um livro pode durar semanas...e de certa forma isso contribui para absorver melhor a passagem do tempo na história.
Voltando ao exemplo de A Rede Social, a impressão que tive ao terminar o livro é de que talvez o Zuckerberg não tenha sido tão puto assim. Justamente por ter uma compreensão melhor da passagem do tempo no livro. Da evolução da história acontecer em semanas e meses, e não entre takes e cortes.
Mas como comecei dizendo, são meios diferentes, com objetivos diferentes.
Segunda-feira, Outubro 04, 2010
Do ya think I'm sexy
Por total acaso, tá tocando essa música aqui no player e acabei me lembrando a esdrúxula estória sobre o plágio do Rod Stewart em cima do Jorge Ben.
Imagina só o Rod cantando Taj Mahal...
Imagina só o Rod cantando Taj Mahal...
Segunda-feira, Setembro 27, 2010
O Voo da nova zelandia
Ano passado, por intermédio do Amendoeira, fui apresentado ao Flight Of The Concords, um dupla neo-zeolandesa cômica que atualizou o humor do Juca Chaves e ainda foi além criando uma série de tv que também incluia as canções na forma de videoclip. Aqui no Brasil não ouvi nada sobre eles, possivelmente nenhuma tv a cabo exibiu as duas temporadas que estão disponíveis nos rincões da web. Já nos EUA e UK eles fizeram um considerável sucesso e viraram até cult. A prova mais recente disso é que eles fizeram uma participação no episódio de abertura da nova temporada dos Simpsons. E se algo entra nos Simpsons, pode ter certeza que já faz parte do cultura-hype do momento.
Abaixo vc confere "Business Time", uma das melhores músicas/videoclip dos Concords.
Abaixo vc confere "Business Time", uma das melhores músicas/videoclip dos Concords.
Terça-feira, Setembro 21, 2010
Miike Snow
"Cansados de ver o Rio de Janeiro excluído da rota de shows internacionais no Brasil, um grupo de amigos (Lucas Bori, Pedro Seiler, Bruno Natal, Tiago Lins e Felipe Continentino) se uniu em um projeto pioneiro para trazer o grupo sueco Miike Snow para a cidade. Uma ação on-line de vendas de cotas viabilizou o show da banda, que faz única apresentação, dia 20 de setembro, no Circo Voador. Disputados pelos mais importantes festivais na Europa e nos EUA, o grupo de rock independente até então não viria à cidade durante sua turnê brasileira. Isso, por conta de entraves na negociação entre os empresários e as casas noturnas cariocas.
Baseados na máxima punk D.I.Y. “Faça você mesmo”, o coletivo usou a internet para convencer outras 60 pessoas a financiar, por meio de cotas de R$200, o cachê da banda e do show. Quatro empresas também entraram na negociação, cada uma com a compra de dez cotas. Com o cachê assegurado, eles agora precisam vender mais 480 ingressos para zerar os custos da noite. Se a casa encher, as 60 pessoas que investiram vão recuperar o dinheiro e poderão dizer que trouxeram uma banda internacional ao Rio.
Criado em 2007, o Miike Snow é formado pelo cantor e compositor Andrew Wyatt, e pela equipe de produção Christian Karlsson e Pontus Winnberg, mais conhecidos como Bloodshy & Avant. Eles já produziram artistas de peso do cenário pop internacional, como Kylie Minogue,Madonna e Britney Spears. O primeiro álbum do grupo, intitulado “Miike Snow”, foi gravado e lançado em Estocolmo inicialmente em 12 de maio de 2009, pela Downtown Records. Destaque para os hits “Animal”, “Cult logic” e “Silvia”. " (retirado do site do Circo Voador)
Eu nunca havia ouvido falar sobre Mike Snow, ainda não ouvi as músicas dele e pra falar a verdade, por enquanto nem pretendo, mas o que me chamou a atenção foi o fato de um grupo de pessoas resolver se juntar para cotizar a vindo do grupo para o Rio. A idéia é genial. E torço mesmo para que iniciativas como essa vinguem. Já vi que tem uma galera se movimentando para trazer o Belle&Sebastian. Daqui a pouco alguem cria um site tipo peixe urbano e faz disto um negócio...aliás não é má idéia. :/
Segunda-feira, Setembro 20, 2010
OK Go - White Knuckles - Official Video
O OK GO segue mantendo a linha dos videoclips bacaninhas
Domingo, Setembro 19, 2010
Depois de muita irritação, fila de espera e tentativas infrutíferas, finalmente decidi dar adeus ao BB. Tchau, passar bem! Fui.
Não que o novo banco seja a melhor coisa do mundo, aliás acho difícil que algum banco seja, mas o atendimento pelo menos já é incomparavelmente superior e isso é um enorme adianto de vida.
Não que o novo banco seja a melhor coisa do mundo, aliás acho difícil que algum banco seja, mas o atendimento pelo menos já é incomparavelmente superior e isso é um enorme adianto de vida.
Tea with me, I book your face*
Minha maior motivação para aprender inglês quando eu era adolescente era conseguir tirar letra de música de ouvido. Adorava pop rock (e gosto até hoje) principalmente em inglês, então nada mais natural do que tentar entender o que estava sendo cantado. Naquela época pré-internet, o jeito era comprar revistinhas na banca com a letra ou colar o ouvido na caixa de som até conseguir distinguir as palavras, que o meu parco dicionário continha. Depois de quatro anos e meio, já tava meio de saco cheio da Cultura Inglesa e já conseguia compreender boa parte filmes sem legenda e das músicas em inglês. Aí dei um forte abraço pro cursinho. E mantive meu aprendizado pelas sérias da Sony, Warner e os filmes de hollywood. Contudo sempre rolou uma preguiça de ler os textos em inglês. Lembro de alguma bienal do livro que parei num estande cheio de livros da penguin baratinhos e pensei comigo: vou comprar uns para treinar o inglês. Levei Frankstein e The Jungle Book. O primeiro ainda tentei ler, mas desisti umas duas páginas depois. O segundo nem me dei a esse trabalho. Me desfiz deles há alguns anos, junto com uma leva de outros livros para liberar espaço na estante. Tenho uma leitura rápida e voraz, mas em inglês a marcha era outra, bem mais devagar e isso me cansava. Ficava um tempão em cada frase, aí me desmotivava e adeus, pegava outro livro da fila.
Ano passado depois de visitar o Constitution Hill em Joanesburgo, o Soweto e a Robben Island, fiquei muito curioso para ler a biografca do Mandela. E quase comprei o Long Walk To Freedom quando estava por lá, mas isso significaria encarar quase 600 páginas em inglês. Acabei desistindo, achei melhor buscar o livro traduzido aqui no Brasil. E busquei durante alguns meses, mas nada de achar o livro aqui nem em português, nem em inglês. Uns três ou quatro meses depois, vasculhando a estante de um sebo no centro do Rio finalmente achei um exemplar, porém em inglês. Já tava meio de saco cheio de não encontrar o livro e também já achava que era hora de encarar um livro em inglês de novo. Afinal não tenho problemas para me comunicar em inglês e é bom para ampliar o vocabulário, principalmente na escrita. Comprei. E estou lendo desde então. É uma história fantástica e ainda estou na terça parte, mas a barreira da preguiça inglesa já caiu, tanto que no paralelo já li o Slam do Nick Hornby no original, e estou lendo o Scar Tissue do Anthony Kieds.
Percebi que muito da rapidez da leitura tem a ver como formato do livro. Este do Mandela que comprei é quase uma bíblia, tem uma lombada alta e uma capa dura. Não é um livro que dá pra ler em qualquer lugar. É pesado de carregar e não é confortável para ler, por isso a demora em ler, já estes outros dois são pequenos e com aquele papel tipo jornal. Então vai em qualquer canto no metro, na fila do banco e na bicicleta ergométrica da academia, que ultimamente tem sido meu lugar predileto de leitura.
*xá comigo, eu livro sua cara
Ganância, ambição ou um pouco dos dois?
É provável que o ser humano seja um eterno descontente com o que possui, pois sempre quer mais. Na época que cursei administração fui apresentado a teoria de Maslow, que diz haver cinco estágios das necessidades humanas, em ordem crescente são: as fisiológicas, as de segurança, as sociais, as de estima e por último no topo as de autorrealização. Talvez isso ajude mesmo a entender porque sempre estamos (ou pelo menos eu, sempre estou) atrás algo mais para fazer, comprar ou realizar. Semana passada reli um livro chamado Cafe Expresso: Uma parábola de negócios baseada em fatos reais , que conta a história de uma pequena cafeteria de sucesso em Seattle. E isso reavivou minha chama interior para abrir o meu próprio restaurante/café/bar. Para mim sempre foi claro como água que ,em algum momento da vida, vou ter um negócio destes. Ainda não sei qual dos três, mas com certeza vou ter. Lendo o livro e projetando o futuro adiante, me peguei imaginando a possibilidade de abrir um na futura zona portuária do Rio. Lembrei de diversos estabelecimentos agradáveis que conheci no Puerto Madero, no South Street Seaport e nos banks do Tamisa. Quem sabe não possa ter o meu próprio cantinho ali nos arredores da Praça Mauá? Sonhar não custa nada.
Quarta-feira, Junho 16, 2010
Luzes da cidade
Estão (re)iluminando a Praça Nossa Senhora da Paz em Ipanema e alguns postes na Visconde de Pirajá também. Trocaram as cabeças dos postes e puseram uns novos mais bonitinhos.
Tá, maneiro coisa e tal, mas porque investir na iluminação pública de um bairro que já tem luz quando diversas outras ruas pela Zona Norte e Oeste ficam no escuro? A administração pública não pode ficar restrita a Z Sul, a cidade é muito maior que isso. Será que isso algum dia vai mudar?
Tá, maneiro coisa e tal, mas porque investir na iluminação pública de um bairro que já tem luz quando diversas outras ruas pela Zona Norte e Oeste ficam no escuro? A administração pública não pode ficar restrita a Z Sul, a cidade é muito maior que isso. Será que isso algum dia vai mudar?
Com tanta comoção e olhos voltados para a copa do mundo fico realmente com medo do que acontece nas reuniões do Senado e da Câmara nesse momento em que ninguém dá atenção ao noticiário político.
Sábado, Maio 29, 2010
Atualização musical
Já estava há algum tempo, talvez anos, sem dar uma grande atualizada/reciclada no acervo de mp3 aqui do meu cpu. Claro que de tempos em tempos descubro uma música/grupo legal, mas era um fato mais isolado e preguiçoso do que o último ataque que fiz no isohunt. Nos últimos três (?) anos lembro de ter "descoberto" Mika, Amy Winehouse e Pete Yorn com e sem Scarlett Johansson, e o Stereophonics, que já estava por aí algum tempo. Obviamente esta descoberta foi para mim e não no sentido que descobri antes de ninguém, até porque quando finalmente fui escutar Amy Winehouse ela já estava mais que estourada e no segundo cd. Bom além desses também ouvi alguns outros cds/artistas, mas em geral continuava a ouvir os mesmos artistas que já gostava e gosto há 5, 10 ou 15 anos, acompanhando com certa distância cada lançamento de novo cd. Agora não havia uma busca ativa por conhecer nada musicalmente novo. Talvez seja exatamente isso, um estado de inércia muito grande para descobrir artistas/músicas novas.
Coincidentemente comprei um telefone usado que veio com cerca de 30 albuns de artistas que gosto, de outros que já tinha ouvido falar e de ilustres desconhecidos. Meio que contaminado por essa boa surpresa do novo telefone, despertei um pouco dessa inércia e fui dar uma atualizada na minha biblioteca musical pessoal. O site da Converse divulgou um post recente com os line-ups de diversos festivais que irão acontecer no próximo verão europeu e percebi que conhecia diversos artistas de nome, porém nunca havia ouvido os cds e resolvi dar um basta nisso. E fui fazer um saque no isohunt de 13cds. Claro que ainda não ouvi todos, mas com calma chego lá. Dos que ouvi gostei do Vampire Weekend, Kasabian e do Editors (que me lembrou um pouco o Interpol). Já o Them Crooked Vultures não achei grandes coisas na primeira audição, mas vou tentar de novo pra ver se rola.
Coincidentemente comprei um telefone usado que veio com cerca de 30 albuns de artistas que gosto, de outros que já tinha ouvido falar e de ilustres desconhecidos. Meio que contaminado por essa boa surpresa do novo telefone, despertei um pouco dessa inércia e fui dar uma atualizada na minha biblioteca musical pessoal. O site da Converse divulgou um post recente com os line-ups de diversos festivais que irão acontecer no próximo verão europeu e percebi que conhecia diversos artistas de nome, porém nunca havia ouvido os cds e resolvi dar um basta nisso. E fui fazer um saque no isohunt de 13cds. Claro que ainda não ouvi todos, mas com calma chego lá. Dos que ouvi gostei do Vampire Weekend, Kasabian e do Editors (que me lembrou um pouco o Interpol). Já o Them Crooked Vultures não achei grandes coisas na primeira audição, mas vou tentar de novo pra ver se rola.
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Sábado, Maio 15, 2010
Eu não corro assim...
Eu sou fã de All Star, pelo menos desde a adolescência sempre tive um. Acho o design do tênis simples e eficiente, não tem muito fru-fru. É basicamente um solado pra te impedir de pisar com os pés no chão e um pano colorido por cima, mas ainda assim adoro. E com o passar dos anos o vício foi aumentando...Taí uma foto que não me deixa mentir.
Desde que li no blog da converse que eles trariam um evento pro Rio fiquei curioso pra participar e ver o que é. Até aí, blz. Entrei no site, me cadastrei e inclui meu nome na lista pra primeira etapa do evento chamado The Way We Run, que está acontecendo em algumas capitais brasileiras. Anteontem fui então ao local onde seria o evento, que na verdade é um loja multimarcas. Lá havia um DJ tocando umas músicas com pegada mais eletrônica (que não é nem um pouco a minha vibe), um serviço de buffet, ou melhor de bebidas, até simpático oferecendo ice, cerveja, etc. E uns cadarços espalhados compondo a decoração. Ah sim, havia um espaço de customização onde um artista desenhava na hora um cartão (tipo mica) com a logo do evento e presenteava a quem estivesse ali. Sei lá, achei a coisa toda tão festa estranha com gente esquisita... Parecia uma festa na casa de alguém que você não tem intimidade. Não havia muito o que fazer naquele ambiente. Ouvi inclusive o artista dizendo "se quiserem desenhar também, podem ficar a vontade. Peguem os lápis também". Peraí, sério isso? Me trouxeram de volta pro jardim de infância? Tudo bem que sei o que cara falou isso na maior boa intenção, mas achei o evento, como um todo, fraco. Esperava mais da Converse.
#thewaywerunfail
Fazendo a xepa na liquidação da Loja Virus
Desde que li no blog da converse que eles trariam um evento pro Rio fiquei curioso pra participar e ver o que é. Até aí, blz. Entrei no site, me cadastrei e inclui meu nome na lista pra primeira etapa do evento chamado The Way We Run, que está acontecendo em algumas capitais brasileiras. Anteontem fui então ao local onde seria o evento, que na verdade é um loja multimarcas. Lá havia um DJ tocando umas músicas com pegada mais eletrônica (que não é nem um pouco a minha vibe), um serviço de buffet, ou melhor de bebidas, até simpático oferecendo ice, cerveja, etc. E uns cadarços espalhados compondo a decoração. Ah sim, havia um espaço de customização onde um artista desenhava na hora um cartão (tipo mica) com a logo do evento e presenteava a quem estivesse ali. Sei lá, achei a coisa toda tão festa estranha com gente esquisita... Parecia uma festa na casa de alguém que você não tem intimidade. Não havia muito o que fazer naquele ambiente. Ouvi inclusive o artista dizendo "se quiserem desenhar também, podem ficar a vontade. Peguem os lápis também". Peraí, sério isso? Me trouxeram de volta pro jardim de infância? Tudo bem que sei o que cara falou isso na maior boa intenção, mas achei o evento, como um todo, fraco. Esperava mais da Converse.
#thewaywerunfail
Quarta-feira, Maio 12, 2010
Cinzel
Segunda passada fui a Melt assistir ao pocket show do Cinzel (tudo bem que só fui descobrir que era pocket na hora mas não faz mal) que já contaria com algumas músicas novas que serão incluídas no próximo cd. Das quatro músicas novas que eles tocaram, só conhecia uma chamada "Mudo" que foi postada na web um tempo atrás e fiquei muito feliz com o que ouvi. Aliás senti que mudou muita coisa desde a última vez que vi um show deles, no início de 2008 no Cinematheque quando eles lançaram o "Um Norte". O amadurecimento sonoro é surpreendente. A harmonia ganhou agora o apoio do violão e o novo baixista é muito bom. O Stephan está compondo também, a música "Diferente" que eles tocaram lá segunda é muito legal também.
No geral gostei muito do show. Achei que o Pedro está cantando melhor. Aprendeu a colocar melhor a voz e com isso não está desafinando nem saindo do tom, além disso está mais solto no palco. Não só ele, a banda inteira está mais entrosada e mais a vontade quando o show começa. Uma diferença muito grande desde que comecei a assistir shows do Cinzel lá em 2005. Senti que fizeram algumas leves mudanças de harmonia e andamento nas músicas, pelo menos em relação a gravação do Um Norte, mas que permitem que sejam tocadas melhor ao vivo, então nem dá pra reclamar né? Acho que a turnê que eles farão agora no nordeste será um sucesso e estou ansioso pra ouvir o cd novo. Pena que o show foi pocket, fiquei com vontade de quero-mais quando terminou...Parabéns ao Cinzel! E que venha o cd novo.
Arquitetura no escritório
Depois de ter assistido as palestras do TEDxSudeste no último finde, confesso que fiquei mais atento para a arquitetura de um modo geral. Nunca havia me interessado muito sobre o tema até então, mas já senti o bichinho da leitura crescendo em mim e pretendo em breve começar a ler um pouco sobre o assunto. E por acaso hoje recebo um tweet maneiríssimo do CoolHunter falando justamente sobre projetos de arquiteturas de diferentes escritórios pelo mundo. Dá até uma água na boca...
Sábado, Abril 24, 2010
Música online
Eu adoro ouvir música na web. Até recentemente era viciado no Accuradio, que tem uma boa seleção de rádios e gêneros musicais - pro meu gosto, vale dizer. Porém este semana descobri o Stereomood que tem playlists em função do seu humor. Adorei.
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Sábado, Novembro 14, 2009
Like a virgin
Por dentro do Santa Marta, haja perna pra subir as ladeiras
Nunca havia entrado no Dona Marta, ou melhor, Santa Marta conforme acabei descobrindo ser a maneira certa como a comunidade chama o morro. Já havia passado diversas vezes ali embaixo na São Clemente e olhado para cima, mas não tive a oportunidade de entrar lá. E não que houvesse muita vontade de ir, mas enfim é difícil morar no Rio de Janeiro e não ter algum tipo de relação com os morros e favelas.
Ontem, por conta dos eventos, claro, fui parar lá. Era um evento de comemoração a Zumbi e ao dia da consciência negra organizado pelos próprios moradores com apoio da Prefeitura, do Pólo Gastronômico de Botafogo e da Natura. Com direito a apresentação do Afroreggae, oficina de grafite, show da Portela e um desfile com modelos da comunidade. Enfim era pra ser algo sem grandes maiores transtornos se não fosse a inesperada visita de uma ilustre convidada, a rainha do pop, Madonna, que está visitando o Rio por uma semana e do nada resolveu fazer o passos de Jacko, que anos atrás também fui lá conferir o Morro.
O desfile das modelos do Santa Marta
Surgiram uma penca de fotógrafos e até ex-BBB para tentar seguir de perto a entourage da loira que estava acompanhada do Governador e do prefeito. Apesar de ter ficado no morro, por cerca de uma hora, foi suficiente acabar com a tranquilidade de morro.
Quarta-feira, Novembro 04, 2009
Sintonizando
A minha tv é o youtube. Nao tenho paciencia pra ver Globo, Record, SBT...etc. E como não tenho tv a cabo, só me animo mesmo a ligar a tv pra ver um filme ou seriado que baixei na web. Em compensação, sempre acabo me perdendo quando entro no Youtube, pulando de um vídeo para outro, normalmente acho muito coisa bacana como os dois vídeos abaixo:
Bobby Mcferrin ensina o poder da escala pentatonica
Naturally Seven cantando "In the Air Tonight" a capela
IMDB
Está rolando um boato, a boca pequena, que em breve meu nome constará no imdb. Será?
Quinta-feira, Outubro 29, 2009
Já ouviu falar de Mind Map? Pois é, eu também nunca havia ouvido falar sobre isso até ler este post. Fiquei intrigado com a parada e resolvi testar. Não é que ajuda? De alguma forma senti que ficou mais fácil organizar e disponibilizar a informação. Ontem mesmo utilizando isso, rapidamente consegui escrever uns projetos (ao menos a idéia central de cada um deles).
Não vou perder o tempo explicando aqui como funciona. Quer saber mais? Dá uma lida no link e nos links sugeridos no link. Fui.
Não vou perder o tempo explicando aqui como funciona. Quer saber mais? Dá uma lida no link e nos links sugeridos no link. Fui.
Quarta-feira, Outubro 28, 2009
Este video abaixo foi uma ação da Volkswagen realizada na Suecia. Imagina se fazem isso aqui? Acho que ia ficar o dia inteiro que nem o Tom Hanks brincando no piano.
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